segunda-feira, 25 de maio de 2009

Fico Assim Sem Você

Show da Adriana Calcanhoto
São Paulo - 16/05/2009 - HSBC Brasil
Simplesmente D+!
Com a companhia perfeita!

Fico Assim Sem Você
Claudinho E Buchecha
Composição: Abdullah / Caca Moraes

Avião sem asa,
Fogueira sem brasa,
Sou eu assim, sem você
Futebol sem bola,
Piu-piu sem Frajola,
Sou eu assim, sem você...

Porque é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim
Eu te quero a todo instante
Nem mil auto-falantes
Vão poder falar por mim...

Amor sem beijinho,
Buchecha sem Claudinho,
Sou eu assim sem você
Circo sem palhaço,
Namoro sem abraço,
Sou eu assim sem você...

Tô louco prá te ver chegar
Tô louco prá te ter nas mãos
Deitar no teu abraço
Retomar o pedaço
Que falta no meu coração...

Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra poder te ver,
Mas o relógio tá de mal comigo...

Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra poder te ver,
Mas o relógio tá de mal comigo

Por que? Por que?

Neném sem chupeta,
Romeu sem Julieta,
Sou eu assim, sem você
Carro sem estrada,
Queijo sem goiabada,
Sou eu assim, sem você...

Você...

Porque é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim
Eu te quero a todo instante
Nem mil auto-falantes
Vão poder falar por mim...

Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas prá poder te ver,
Mas o relógio tá de mal comigo...

Por que? Por que? (4x)

domingo, 10 de maio de 2009

Lugar agradável, companhia perfeita!

Nessa sexta, depois de um cansativo dia de trabalho, fui buscar minha queria e amada namorada no trabalho, e ela me indagou aonde iríamos comer.
Ela não estava muito disposta para comer, apesar de estar com fome, então dei algumas sugestões e decidimos por ir à padaria Letícia, aqui do lado de casa, que tem uns lanches muito bons!
No meio do caminho avistei uma "Casa da Parmegianna", ou algo assim. Não conhecia o lugar, mas não sei o porque comentei com ela. Ela gostou da idéia, e pediu para parar. Só que eu já havia passado, então tive que dar a volta. Como era numa avenida (Pompéia), a volta é um pouco mais trabalhosa. rs
Enquanto tentava dar a volta na Avenida, passamos por um simpático bar-restaurante, chamado "Santa Zoé", e ela disse que há muito gostaria de conhecer o lugar. Então decidimos parar para comer ali mesmo. Porém, na rua não tinha lugar para parar. Então lá fui eu dar uma outra volta (dessa vez mais simples!) para tentar estacionar.
Lógico que eu disse a ela que fechasse os olhos dali em diante, se não mais algumas voltas viriam a ser necessárias.
Estacionei o DOM há uma quadra do lugar, e fomos caminhando até lá.

Ao chegarmos, logo fomos acomodados em uma mesa para dois. O lugar era tranqüilo e agradável. Ela havia visto, na entrada, um cartaz com o prato principal da casa, a "Picanha no Recháud", acompanhada de arroz, fritas, legumes, farofa e vinagrete, além de um pãozinho. Foi amor à primeira vista.
Assim pedimos a tal da "Picanha no Recháud", que serve duas pessoas (serve bem, diga-se de passagem), e também um suco de abacaxi com hortelã (natural e muito bem feito) e uma água.
Foi uma noite super agradável, com a melhor companhia possível, e com uma ótima comida. A carne estava fantástica!

Bem, fica ai a minha sugestão de lugar para jantar.
Ah, o custo do prato é de R$54,00. Considerando que serve duas pessoas até que não é tão caro.

Ah, e também tomamos a liberdade de dizer que o anúncio da promoção de dia-das-mães que estava na mesa estava com um erro de português (2 na verdade). rs Lógico que oferecemos uma sugestão de melhoria!

Acho que é isso.
Para quem quiser experimentar, o endereço é: Rua Cotoxó, 522 - Perdizes.

Dée... Te Amo!

sábado, 9 de maio de 2009

"Criança, a Alma do Negócio"

http://mais.uol.com.br/view/gc439u8dh7oo/crianca-a-alma-do-negocio-04023964D8A17326?types=A&

Primeira coisa..... "Mexem com a cabecinha deles, porque é bem imatura né, a criança é vulnerável, ela vai ver ela vai querer"....
Como se os "jovens" e "adultos" não fossem também. Como se as milhares propagandas que nos bombardeiam minuto a minuto não nos influenciassem. Ou será que nós compramos uma Coca-Cola porque ela realmente tem "bolhinhas refrescantes que matam a sede instantâneamente"? Como diria meu professor, João Furtado, se algum dia alguém descobrir uma Coca-Cola que tem aquelas bolhas ultra-refrescantes do lado de fora, por favor, me avise que eu vou comprar na hora!

Aliás, as crianças realmente são muito mais expostas às propagandas do que os adultos, mas os adultos são MUITO influenciados pelos comerciais... isso quer dizer que os adultos são mais "fracos" (ou tão quanto) as crianças?? Principalmente se pensarmos que uma boa parte das propagandas reforça que os pais devem satisfazer as vontades das crianças, devem fazê-las felizes comprando o que elas pedem. E ai os pais acabam reforçando a lógica sobre as crianças... ou estou errado??

"O desejo de comprar passa a ser a coisa em si".
Será que é só com as crianças que existe essa inversão entre "fins" e "meios"? Ou será que a maioria das pessoas trabalha para ganhar dinheiro?
Será que as pessoas vão à livraria pois querem ler um livro ou pois querem comprar um livro?
Qual é o fim para os adultos? O objeto comprado ou o ato de comprar?

Será que existe alguma semelhança entre a criança que pede um brinquedo e brinca apenas uma vez com ele, e a mãe ou o pai que compra um vestido (ou outra roupa) mas só o utiliza uma vez?

Aliás, só relatando, tenho uma tia que fez luzes no cabelos dos filhos com menos de 3 anos... um deles ainda era de colo.....

Complicado ver uma mãe falando que as propagandas não condizem com o que deveria ser relativo ao mundo de crianças, mas mesmo assim elas dão às crianças os produtos dessas propagandas. Mas ela não conseguem ver a relação entre essas coisas. Muitas vezes os pais não conseguem ver que as meninas não usariam roupas "que realçam suas características" se os pais não comprassem.
Aliás, a maioria dos exemplos "clássicos"[esteriotipados] são relacionados às crianças do sexo feminino...

Bem, estão ai algumas reflexões que me ocorreram durante o documentário.

Acho que vale à pena todo mundo assistir e refletir!

Temos que pensar por todos os lados.
Enquanto alvo diretos das propagandas, enquanto pais, ao dar algo a nossos filhos, enquanto profissionais, ao trabalharmos na criação de um propaganda ou na venda/produção de um produto. Acho que falta reflexão vinda de todos os lados. E do lado dos profissionais eu ainda apelo à Ética!

Bem... fica a sugestão de leitura!

Abs,

Diego